Artigos Grafologia

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A NOVA GERAÇÃO DE GRAFÓLOGOS NO BRASIL

Como em toda profissão acredito haver o profissional que se forma para trabalhar, aplicar o conhecimento e ganhar dinheiro; todavia que também existem aqueles que escolheram o que fazem por algo a mais – nem sempre tão consciente é verdade – mas se propõem continuamente a ir além como uma verdade absoluta que satisfaz a própria alma. Promove superação de si e do outro, habilmente semeia e faz nascer um bom plantio. Despreza qualquer tipo de egocentrismo, de movimentos nos quais a vaidade é o mais alerto farol do poder.

Nos últimos anos, mobilizada pelos estímulos daqueles que são contemporâneos, incorporei a necessidade do avanço, mais do que isto, a vontade de partilhar conhecimento e abarcar o novo; o que se apresentava desafiante.

A nova geração de grafólogos mostra um pensamento mais ativo, questionador e atento a fatores importantes que aqueles que se prontificam a facilitar o processo de formação, precisam acompanhar.

As novas mentes que surgem mostram interesse pelo conhecimento; estes grupos que nascem no Brasil querem falar de ÉTICA, querem conhecer profundamente os precursores, questionam sobre a posição da Grafologia no país.

Como se não bastasse, esta geração quer igualmente acompanhar o movimento grafológico no mundo, quer desenvolver uma visão ampla sobre esta ciência que até bem pouco tempo estava restrita ao que tínhamos como único e agora temos vastas possibilidades para o saber, para o progresso, para a superação continua.

A nova geração questiona sobre o processo de definição das espécies no método...

A grafologia não faz parte apenas de grupos específicos, ao contrário, a “Grafologia é para todos”, especialmente para todos aqueles e por alguma razão se interessam por ela e sua aplicabilidade.


Tudo isto, todo este tão intenso envolvimento com o estudo contínuo, com informações constantes, com grupos de jovens pensadores, revigora, mantém límpida e vivaz a nossa mente

A Grafologia não é uma propriedade; o momento no Brasil sinaliza um campo fértil repleto de novas frentes e sementes que irão despontar no avanço contínuo desta técnica que só faz mobilizar a nossa vida.

“O campo da investigação está aberto. É preciso continuar, mostrar nosso empenho, deixar aos demais, com honestidade, aquilo que conseguimos, pois o saber é patrimônio de todos e não pode ser enterrado como uma moeda estéril”.


Cristianne Valladares
Email: cristianne@enfoquerh.com.br
São Paulo, 30.03.2008


 

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